
Milho, grãos dispostos em uma espiga. Fruto que dará origem a outro ou não.
Pode ser destinado a alimentação, que fim estéril. Mas é uma possibilidade.
Virar ração ou ser destinado para a linda e estupenda espécie pensante?
Festa junina! Receitas abundantes desse grão, na sua maioria ainda verde!
Infância, tem gosto de casa de vó! Se é que casa de vó tem gosto, mas paciência, ter licença poética está na moda. Broa de milho! Bolo de milho! Pamonha! Curral! Milho-verde cozido com manteiga! Pipoca! Pipoca! Pipoca!
Pipoca, como é intrigante. Dá para filosofar a seu respeito. Acredita? Pois é a mais pura verdade.
Um grão seco, já sem vida, inicialmente sem fim algum, mas basta apenas um simplório gesto. Aquecê-lo. Doar um pouco de calor. Nada mais que isso. Tão simples e tão satisfatório. Aquele grãozinho ao ser aquecido se rebela para o mundo. Estoura sua cápsula e doa o que tem de mais gostoso e macio. Agrada o paladar. Doce ou salgado? Vamos escolha! Você tem esse livre arbítrio.
Filosofia nisso? Claro. Óbvio.
Secos pelo tempo, tempo arrogante e metido, soberano. Que a quântica trate de controlá-lo logo. Aos poucos a maciez se esvai e só sobra um ser distante, preso num mundo severo e apertado, sufocador.
Só que é tão simples, tão infantil mostrar-lhe algo singelo, doe carinho e respeito, estimule, desperte desejos. Após atos como este algo diferente irá se mostrar ao mundo, certamente muito mais apetitoso e comestível. Comestível sim! Uma deliciosa maciez e suavidade, por mais que algumas lasquinhas da casca fique no dente, é sublime. Muito bom!
Uma metáfora um tanto quanto boba? Talvez.
Mas é simples assim.
(Jéssica.)
Pode ser destinado a alimentação, que fim estéril. Mas é uma possibilidade.
Virar ração ou ser destinado para a linda e estupenda espécie pensante?
Festa junina! Receitas abundantes desse grão, na sua maioria ainda verde!
Infância, tem gosto de casa de vó! Se é que casa de vó tem gosto, mas paciência, ter licença poética está na moda. Broa de milho! Bolo de milho! Pamonha! Curral! Milho-verde cozido com manteiga! Pipoca! Pipoca! Pipoca!
Pipoca, como é intrigante. Dá para filosofar a seu respeito. Acredita? Pois é a mais pura verdade.
Um grão seco, já sem vida, inicialmente sem fim algum, mas basta apenas um simplório gesto. Aquecê-lo. Doar um pouco de calor. Nada mais que isso. Tão simples e tão satisfatório. Aquele grãozinho ao ser aquecido se rebela para o mundo. Estoura sua cápsula e doa o que tem de mais gostoso e macio. Agrada o paladar. Doce ou salgado? Vamos escolha! Você tem esse livre arbítrio.
Filosofia nisso? Claro. Óbvio.
Secos pelo tempo, tempo arrogante e metido, soberano. Que a quântica trate de controlá-lo logo. Aos poucos a maciez se esvai e só sobra um ser distante, preso num mundo severo e apertado, sufocador.
Só que é tão simples, tão infantil mostrar-lhe algo singelo, doe carinho e respeito, estimule, desperte desejos. Após atos como este algo diferente irá se mostrar ao mundo, certamente muito mais apetitoso e comestível. Comestível sim! Uma deliciosa maciez e suavidade, por mais que algumas lasquinhas da casca fique no dente, é sublime. Muito bom!
Uma metáfora um tanto quanto boba? Talvez.
Mas é simples assim.
(Jéssica.)
2 comentários:
*o* Simplesmente... maravilhoso, encantador!! (palmas efusivas)
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