Eis que a história deixou de ser coerente e a aquilo que tinha tudo em perfeita sincronia foi para o beleléu, se bem que isso remete, sem compromisso algum, as clichês voltas de 360° que a vida dá sem que os tão venerados seres humanos se deem conta. Mas vale ressaltar que uma volta completa não equivale a mudança, muito pelo contrário, é percorrer qualquer caminho (curto ou longo, repleto de obstáculos ou plano, com sexo ou entediante, com amores ou com apenas gostosas e/ou gostosos) e depois de tudo estar novamente no mesmo lugar e no mesmo estado.
Talvez seja apenas uma questão de não dar muita importância para aquilo que é efémero, mas é complexo em demasia distinguir o que se pode ou não sentir em pouco tempo. Ainda mais quando se dá muita corda para depois puxar e, sem muita pretensão, acabar por enforcar alguém capaz de respirar. Respirar, ainda mais quando a respiração se dá bem perto de seus ouvidos.
Uma das maneiras mais surrealística de se obter coerência é uma das mais pouco prováveis, pois implica em uma situação que não é nem um pouco perene e envolve variáveis pouco conhecidas, digamos que as constantes não são determinadas e o que era para ser inerente ao sistema só acaba por torná-lo ainda mais difícil de analisar. É uma fuga daquilo que é rotineiro, daquilo que está frequentemente em nosso horizonte, uma viagem que permite dizer não à quase todos os tabus e tradições.
Mas dizer não à todos os tabus é uma gigantesca utopia, é improvável. Quisera saber da existência de quem levou tudo as últimas consequências, pois querendo ou não, é como se fosse um pirulito. É doce e, para quem não é diabético, o lógico é que seja prazeroso.
(Jéssica.)
Talvez seja apenas uma questão de não dar muita importância para aquilo que é efémero, mas é complexo em demasia distinguir o que se pode ou não sentir em pouco tempo. Ainda mais quando se dá muita corda para depois puxar e, sem muita pretensão, acabar por enforcar alguém capaz de respirar. Respirar, ainda mais quando a respiração se dá bem perto de seus ouvidos.
Uma das maneiras mais surrealística de se obter coerência é uma das mais pouco prováveis, pois implica em uma situação que não é nem um pouco perene e envolve variáveis pouco conhecidas, digamos que as constantes não são determinadas e o que era para ser inerente ao sistema só acaba por torná-lo ainda mais difícil de analisar. É uma fuga daquilo que é rotineiro, daquilo que está frequentemente em nosso horizonte, uma viagem que permite dizer não à quase todos os tabus e tradições.
Mas dizer não à todos os tabus é uma gigantesca utopia, é improvável. Quisera saber da existência de quem levou tudo as últimas consequências, pois querendo ou não, é como se fosse um pirulito. É doce e, para quem não é diabético, o lógico é que seja prazeroso.
(Jéssica.)